Bem-aventurado os pobres em espírito
- Vinicius Baptista
- 13 de jan.
- 2 min de leitura
Bem-aventurado os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus (Mt 5.3)
Vivemos num tempo em que ninguém quer parecer fraco. Desde cedo, somos ensinados a conquistar, provar valor, mostrar força, “vencer na vida” (até mesmo na vida espiritual). Mas o Reino que Jesus anunciou começa por um caminho totalmente diferente do nosso. Ele declarou: “Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos céus” (Mt 5.3).
Ser “pobre de espírito” não tem a ver com falta de autoestima, mas com reconhecer que nada temos a oferecer diante de Deus. É admitir que, sem Ele, somos espiritualmente falidos. Para a visão do mundo, isso soa como derrota; mas na inversão do Reino de Deus, é o início da verdadeira vida. Só quando reconhecemos nossa miséria e fraqueza é que abrimos o coração para receber a graça de Cristo.
E é claro que Jesus não está elogiando a miséria, mas a humildade de quem depende. O pobre de espírito não chega diante de Deus com títulos ou méritos, mas com mãos vazias, confiando no que Cristo fez na cruz. Essa é a primeira bem-aventurança daqueles que são parte do Reino e, talvez por isso, a mais necessária para o discípulo. Ser feliz no Reino, sendo pobre de espírito, é abandonar o orgulho e admitir: “Eu preciso de um Salvador”.
E é claro que Jesus não está elogiando a miséria, mas a humildade de quem depende. O pobre de espírito não chega diante de Deus com títulos ou méritos, mas com mãos vazias, confiando no que Cristo fez na cruz. Essa é a primeira bem-aventurança daqueles que são parte do Reino e, talvez por isso, a mais necessária para o discípulo. Ser feliz no Reino, sendo pobre de espírito, é abandonar o orgulho e admitir: “Eu preciso de um Salvador”.
E isso transforma tudo! Muda a maneira como olhamos para o outro, porque já não nos sentimos superiores. Muda nossa adoração, que deixa de ser performance para ser de verdadeira entrega. E principalmente, muda quem somos diante de Deus.
A felicidade do Reino não está em conquistar mais, mas em depender mais. Cristo é o verdadeiro Pobre de espírito, aquele que se esvaziou de si mesmo, dependeu totalmente da Vontade perfeita do Pai, para nos fazer ricos na graça de Deus.
Nele, aprendemos que a verdadeira bem-aventurança não é conquistar, mas depender inteiramente do bondoso Pai que nos dá seu Reino juntamente com Cristo.
Que sejamos lembrados de que o Reino dos céus não é daqueles que se bastam, mas daqueles que se rendem pois tem um grande Salvador!




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