O fruto do Espírito é…BONDADE
- Vinicius Baptista
- há 1 dia
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‘‘Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, fidelidade.” (Gl 5.22)
Você se acha alguém bom? Talvez você se ache bom em seu trabalho, ou seja muito bom em algum esporte ou até mesmo porque não faz mal a ninguém. Mas a bondade que Paulo descreve como fruto do Espírito vai além da ausência de mal, ela é a presença ativa do bem. A bondade do Espírito não é passiva. Ela enxerga necessidades e responde. Ela escolhe agir com generosidade, mesmo quando não é conveniente. Em um ambiente marcado por egoísmo, indiferença e interesses próprios, a bondade se torna um testemunho silencioso de que algo diferente governa o nosso coração.
Essa bondade nasce do próprio Deus. A Bíblia afirma que o Senhor é bom, e que Sua bondade dura para sempre (Sl 100.5). Não estamos falando apenas de um atributo abstrato, mas de uma realidade experimentada diariamente. Deus é bom quando nos sustenta, quando nos corrige, quando nos perdoa e quando nos conduz com paciência.
Em Cristo vemos a bondade totalmente expressa! Jesus tocou leprosos, acolheu pecadores, alimentou famintos, ouviu os desprezados. Sua bondade não era seletiva nem interesseira. Ele não agia esperando retorno. E na cruz, vemos o ápice dessa bondade: Ele se entrega por nós quando nada tínhamos a oferecer. A maior demonstração de bondade foi amar quem não merecia. Deus é bom mesmo quando somos maus.
Uma vida frutífera em bondade não é marcada por grandes gestos ocasionais, até porque somos incapazes de produzir bondade em nós mesmos. Tudo que é bom vem de Deus e não de nós pecadores. Mas uma vida que demonstra a bondade de Deus através do Espírito, é representada quando respondemos com gentileza quando seria mais fácil ser duro. É ajudar quando ninguém está olhando. É escolher palavras que edificam em vez de ferir.
E essa bondade não é produzida por esforço moral, mas pela ação do Espírito em nós. Quanto mais caminhamos com Cristo, mais nosso coração é moldado para amar o que Ele ama e fazer o que Ele faria. Que o Senhor produza em nós uma bondade que não seja apenas discurso, mas prática diária. Uma bondade que revele ao mundo que pertencemos a um Deus que é, em Sua essência, é perfeitamente bom.




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